Visão de ponta a ponta
O atraso e o retrabalho aparecem nas passagens entre áreas, onde ninguém olhava.
Gestão de processos, ou BPM, é administrar a empresa olhando para o caminho que o trabalho percorre entre as áreas, com dono, indicadores e melhoria contínua. Veja o que é, como funciona o ciclo, quem faz o quê e por onde começar sem montar uma estrutura grande.
Gestão de processos, ou BPM (Business Process Management, gestão de processos de negócio), é a forma de administrar a empresa pelo caminho que o trabalho percorre de ponta a ponta, entre as áreas, e não só pelo organograma. Cada processo tem dono, objetivo, indicadores e uma rotina de melhoria.
Um pedido de cliente passa por vendas, crédito, estoque, expedição e faturamento. Cada área pode estar bem organizada e, ainda assim, o pedido atrasar nas passagens entre elas. A gestão de processos olha para esse caminho inteiro, com alguém responsável pelo resultado do começo ao fim.
O atraso e o retrabalho aparecem nas passagens entre áreas, onde ninguém olhava.
Cada processo tem um dono que responde pelo resultado, não só pela sua etapa.
O jeito de trabalhar fica registrado em fluxos, POPs e treinamento.
Processo definido absorve mais volume sem contratar na mesma proporção.
Tempo de ciclo, retrabalho e custo por caso medidos, em vez de impressões.
ERP, BPMS ou automação recebem um processo claro, e não o problema de hoje automatizado.
Referências como o BPM CBOK, da ABPMP, descrevem o ciclo com mais fases; na prática, ele se resume a estas cinco.
Definir a arquitetura de processos, escolher os prioritários e fazer o mapeamento do AS IS.
Medir e encontrar onde e por que o processo perde tempo, dinheiro ou qualidade. Veja a análise de processos.
Desenhar o TO BE e testar as alternativas, quando necessário, em simulação.
Colocar o novo processo para rodar com RACI, POPs, treinamento e, se fizer sentido, sistemas.
Acompanhar os indicadores, revisar o processo e voltar ao início quando algo muda.
Na primeira conversa indicamos por qual processo começar e o formato do projeto.
| Papel | Responsabilidade |
|---|---|
| Dono do processo | Responde pelo resultado do processo de ponta a ponta, aprova mudanças e acompanha os indicadores. |
| Analista de processos | Mapeia, analisa e documenta; propõe melhorias com base em dados. Pode ser interno ou um consultor. |
| Executores | Fazem o trabalho no dia a dia e são a principal fonte para o mapeamento e para validar o TO BE. |
| Patrocinador | Diretor que dá prioridade, tempo e recursos ao trabalho com processos. |
| Escritório de processos | Quando existe, define padrões, mantém o repositório e apoia os donos. Não é pré-requisito para começar. |
| BPM (gestão de processos) | BPMS (software) | |
|---|---|---|
| O que é | Disciplina de gestão | Sistema que executa processos a partir de um modelo |
| Começa com | Mapeamento e análise | Um processo já definido |
| Pergunta que responde | Como o trabalho deveria acontecer? | Como automatizar e controlar o fluxo definido? |
| Quem conduz | Donos de processo, analistas, consultoria | TI e fornecedor do sistema |
Contratar um BPMS antes de definir o processo automatiza o problema. Veja o que é BPMS e o que preparar antes de contratar.
| Nível | Como a empresa está |
|---|---|
| 1 · Inicial | Processos dependem de pessoas; cada um faz do seu jeito e os resultados variam. |
| 2 · Gerenciado | Processos repetíveis dentro das áreas, mas sem padrão escrito nem visão entre áreas. |
| 3 · Definido | Processos principais documentados, com donos e padrão de trabalho. |
| 4 e 5 · Medido e otimizado | Indicadores acompanhados e rotina de melhoria contínua. |
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O que mais gera atraso, retrabalho ou reclamação. Começar por tudo ao mesmo tempo é a forma mais comum de não começar.
Uma pessoa que responde pelo resultado do processo inteiro, não só pela sua etapa.
AS IS em BPMN e os indicadores atuais: prazo, retrabalho, custo por caso.
Causas, TO BE testado, RACI e POPs que a equipe usa de verdade.
Indicadores acompanhados todo mês. Com o primeiro processo estável, passe para o próximo.
A Nexus não vende nem implanta software: o trabalho é deixar os processos claros, medidos e documentados.
AS IS em BPMN e arquitetura dos processos prioritários.
Gargalos, perdas e causas, com dados.
Melhorias testadas antes de mudar a operação.
RACI, descritivos, POPs e indicadores para a rotina.
É a forma de administrar a empresa pelo caminho que o trabalho percorre de ponta a ponta, entre as áreas. Cada processo tem dono, objetivo, indicadores e uma rotina de melhoria. Também é chamada de BPM (Business Process Management).
Sim. BPM é a sigla em inglês de Business Process Management, em português gestão de processos de negócio. Os dois termos descrevem a mesma disciplina.
BPM é a disciplina de gestão. BPMS é o software que executa processos a partir de um modelo, distribuindo tarefas, aplicando regras e medindo prazos. O BPMS vem depois que o processo está definido. Veja o que é BPMS.
Responde pelo resultado do processo de ponta a ponta, aprova mudanças, acompanha os indicadores e resolve conflitos entre as áreas que participam dele.
Por um processo crítico: nomeie o dono, mapeie o AS IS, meça a linha de base, analise, melhore e documente. Com o primeiro processo estável, passe para o próximo. Não é preciso montar um escritório de processos antes.
Sim. A ISO 9001 adota a abordagem de processos: pede que a empresa determine seus processos, as interações entre eles, os responsáveis e como são controlados. Mapas, RACI, POPs e indicadores são a base dessa evidência.
Onde o processo perde tempo e dinheiro
O software, a diferença para o BPM e o que preparar antes
A empresa vista por processos
Etapas, técnicas, exemplo e entregáveis
Diferenças e quando usar cada um
Em que nível de gestão de processos a empresa está
A Nexus mapeia, analisa, simula e documenta um processo crítico de cada vez, deixando dono, indicadores e rotina definidos para a melhoria continuar.