Estime o retorno de automatizar seus processos antes de contratar um BPMS: curva de adoção, custos recorrentes, ganhos indiretos, VPL, payback e três cenários.
Adicione todos os processos candidatos à automação. A calculadora irá consolidar os resultados e abater os custos de licença sobre o pacote total.
A maioria das calculadoras de ROI simplistas assume que a automação gera 100% de retorno no dia 1. A realidade das operações estruturadas prova o contrário: existe uma curva de maturidade sistêmica e cultural. Nossa ferramenta aplica matemática financeira avançada para o ambiente corporativo brasileiro.
É a taxa de desconto utilizada para trazer fluxos de caixa futuros a valor presente. Se a sua empresa pode investir dinheiro rendendo 12% ao ano no mercado financeiro livre de risco (ex: Selic), o projeto BPMS precisa render obrigatoriamente mais do que isso para fazer sentido financeiro. É isso que o cálculo do VPL nesta ferramenta prova.
Porque o ganho em processos envolve o fator humano. Por melhor que seja o mapeamento (BPMN) e a plataforma (BPMS), os usuários reais passarão por uma curva de adoção. O cenário otimista acelera essa rampa de produtividade, mas a matemática conservadora nos impede de projetar o mundo ideal no Mês 1 para proteger o seu business case executivo.
Sim. Os relatórios são gerados em um formato executivo e limpo, detalhando o payback period, a linha do tempo de break-even e o VPL (Valor Presente Líquido). Eles são formatados em fundo branco para economizar tinta de impressão, caso você precise levá-los para reuniões de diretoria.
A Nexus prepara o terreno para um BPMS: mapeia, simula e documenta o processo antes da automação, para que a implantação parta do processo certo e não automatize o erro. Veja o que é BPMS e o que preparar antes.
O resultado da calculadora vale o que valem os números que entram nela. A maior fonte de erro em cálculos de retorno é estimar tempos e volumes de memória. Abaixo está como levantar cada dado de forma defensável, para que o resultado resista à pergunta “de onde saiu esse número?”.
Mostre sempre três cenários (conservador, provável e otimista) e deixe claro quais premissas mudam entre eles. Diretoria confia mais em um payback de 14 meses bem explicado do que em um de 4 meses sem origem. O gerador de business case organiza esses números em formato executivo, e a calculadora de custo de inação mostra o outro lado: quanto custa não fazer nada.
No diagnóstico da Nexus, os volumes, tempos e taxas de retrabalho são levantados na operação durante o mapeamento, e o ganho de cada melhoria é testado em simulação antes da decisão de investir. O resultado é um ROI com premissas rastreáveis, útil tanto para aprovar o projeto quanto para cobrar o fornecedor depois. Veja quanto custa um mapeamento de processos.
A economia mensal de cada processo é o tempo por execução multiplicado pelas execuções por mês e pela redução de tempo esperada, convertido em horas e multiplicado pelo custo da hora. A soma anual recebe o ganho com redução de erros, passa pela curva de adoção mês a mês e desconta o investimento inicial e os custos recorrentes para chegar ao VPL, ao payback e ao ROI.
O realista usa os números informados. O pessimista reduz a economia em 20% e tem adoção mais lenta; o otimista aumenta a economia em 20% e tem adoção mais rápida. No realista, a adoção começa em 25% no primeiro mês e chega a 100% no 11º.
Não. O retorno depende do processo que será automatizado. Mapear e analisar antes dá os tempos e volumes reais para esta conta e evita automatizar um processo ruim. Veja o que preparar antes de contratar um BPMS.
Não. A Nexus mapeia, analisa, simula e documenta o processo. Quando a decisão é automatizar, indicamos parceiros de implantação, que recebem o processo pronto para configurar.